JURADOS LIESA RJ – Madson Oliveira

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Madson Oliveira – Alegorias & Adereços.

Natural de Sobral/CE, mora no Rio de Janeiro/RJ, professor universitário com extenso currículo (veja abaixo), considerado estudioso e rigoroso.

Há 5 anos como Julgador, estreou em 2015, nunca concedeu notas 10 para São Clemente e agremiações como Império Serrano e Estácio de Sá.

Das 10 apresentações que abriram o domingo e segunda, no período que ele é jurado, apenas 1 vez pontuou nota máxima para Unidos da Tijuca (2018).

Ao todo já concedeu 25 notas 10 das 63 já julgadas. Sendo a Mangueira a escola que mais recebeu notas máximas, 4 no total (2016, 17, 18 e 19), seguida de Beija-Flor e Unidos da Tijuca, com 3 notas 10 cada uma.

Em 2019 tirou pontos da Portela por julgá-la irregular, da Beija-Flor por não ter volume, do Tuiuti por ter poucas pessoas nas alegorias, da Mocidade por desfilar com tecidos sujos da chuva e da São Clemente por não apresentar “impacto visual” em seus carros sobre o enredo “E o Samba Sambou”.

Aliás costuma tirar pontos da escola de botafogo por achar os “carros diferentes uns dos outros” em 2018, e “monótona” e “alegorias iguais” em 2015.

Em 2018, retirou pontos da Mocidade alegando que a luz do dia atrapalhou, do Salgueiro por não conseguir ler as costas de um destaque e da Portela por “ver o acoplamento” dos carros.

Rigoroso apontou uma caixa de papelão em um tripé da Imperatriz em 2017, um saco preto embaixo de um queijo de destaques na Grande Rio em 2016 e a roda aparente do Abre-Alas da Mocidade também em 2016, além de muitas falhas de iluminação, como lâmpadas apagadas.

É de Madson as justificativas “simples e monótona” para a Mangueira em 2015, “carros baixos na frente e altos atrás” para a União da Ilha também em 2015, ainda neste ano alegou “tinha muita luz de LED” na Unidos da Tijuca, “não gostei do tripé” da Grande Rio e “sem criatividade e aquém” para a Viradouro.

Redação: Thiago Cânepa Amorim

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CURRÍCULO MADSON OLIVEIRA:
Graduação em Estilismo e Moda (Universidade Federal do Ceará – UFC, 2002); Especialização no Ensino da Arte (Universidade Veiga de Almeida – UVA-Rj, 2005), Mestrado (2006) e Doutorado (2010) em Design, ambos realizados na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio.

Entre 2013 e 2014 desenvolveu a pesquisa de pós-doutorado intitulada “A criação dos figurinos para o rancho Ameno Resedá, por meio da análise das aquarelas realizadas por Amaro Amaral, em 1913”, sob supervisão da profa. Dra. Maria Cristina Volpi Nacif, no PPGAV-EBA/UFRJ.

Professor no Programa de Pós-Graduação em Design – EBA/UFRJ (jan./2017); Professor Associado, do Curso de Artes Cênicas na Escola de Belas Artes/UFRJ (iniciou a atividade docente na EBA/UFRJ em 2003, em dos contratos de professor substituto).

Foi Professor assistente A da Escola de Design, na Universidade Veiga de Almeida (entre 2003 e 2012) e foi Professor visitante do Curso de Pós-Graduação Moda e Marketing, Marista Católica do Ceará – CE. Foi Professor auxiliar I da Universidade Estácio de Sá (entre março a dezembro de 2007).

Foi Coordenador do Curso: de Pós-Graduação Lato Sensu em Figurino e Carnaval (UVA-Rj, de set./2007 a mar./2009); Foi Coordenador do curso Superior de Graduação Tecnológica em Design de Carnaval (UVA-Rj, de jan./2008 a jan./2011). Entre abril/2012 e agosto/2014 foi coordenador do curso de Artes Cênicas/UFRJ (habitações: indumentária e cenografia).

A partir de outubro/2014 assumiu a Chefia do Departamento de Artes Utilitárias – BAU/EBA. Desde maio/2018 é o responsável pelo novo Departamento de Artes Teatrais – BAT/EBA. Tem interesse na área de Artes, com ênfase em Moda, atuando principalmente nos seguintes temas: Moda, Carnaval, Figurino / Indumentária, Artes e Design.

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