João Helder Macedo Monti, mineiro da cidade de Pedralva no sul de Minas Gerais, é um Medico Cirurgião Plástico que possui trabalhos marcantes no mundo dos Destaques de Luxo. O mineiro sempre vem representando personagens centrais em diversos grandes enredos apresentados na Avenida. Doutor em estética, levou seu talento para o carnaval, fazendo e desfilando o extremo do bom gosto em indumentárias carnavalescas.

O pequeno folião João Helder em Pedralva/ MG

A paixão pelo carnaval começou na adolescência, ainda na em Minas Gerais. Com diversos blocos em Pedralva, por influencia da família, João começou a confeccionar fantasias nos 70 e 80 e pouco depois fundou o bloco “Coisa Nossa” e passou a comandar o contingente de foliões vestidos cetim com laminados e papel celofane. As fantasias eram montadas no porão da casa da avó Elvira e a concentração do bloco era casa dos pais, Mário Monti e Maria Aparecida de Macedo Monti. Para economizar, improvisava com materiais disponíveis. Seu pai Mario, cedia arame reciclado de gaiolas da granja e sobras de madeira da serralheria. A confecção voluntária contava com a ajuda dos seus cinco irmãos, José Belmiro, Zilá, Ana Elvira, Ruth e Mayra, além dos muitos primos e amigos. No início as fantasias eram bem simples, com o passar dos anos conseguiram sofisticar os figurinos que passaram a ser ornados com lantejoulas e plumas. O “Coisa Nossa” deixou de desfilar nos final dos anos 80, marcando aquela cidade da zona rural mineira, onde o carnaval era bastante animado para os padrões de uma cidade do interior.

Devido ao curso de especialização na sua área, o futuro cirurgião teve que se mudar para o Rio de Janeiro no inicio dos anos noventa. Já estabelecido na cidade maravilhosa, não conhecia ninguém do meio carnavalesco e continuava a passar os carnavais na sua cidade natal em Minas Gerais. Nos primeiros anos no Rio, começou assistir desfiles das grandes escolas cariocas, tanto na TV quanto na Avenida, o que fez surgir a vontade de participar do carnaval carioca. Em 1991, trabalhando em um hospital, João Helder conheceu um amigo que seria o responsável por sua primeira experiencia no Maior Espetáculo da Terra. Este amigo o levou até a Imperatriz Leopoldinense e lá o apresentou a Jesuíno, um português que fazia as estruturas dos carros alegóricos da Rainha de Ramos. O escultor ajudou Helder a levar algumas esculturas para o carnaval de Minas, com a condição do jovem mineiro participar da construção do próximo carnaval da Imperatriz.

O convite foi aceito, e em 92 João tirou férias e imediatamente estava trabalhando na confecção das alegorias para o enredo Não existe pecado do lado de baixo do Equador de Rosa Magalhães. Helder conta que nesta época só queria estar perto de perto daquele processo e não apenas pagar e desfilar. Trabalhando ao lado do também médico Sergio Farias, a experiencia durou pouco. Foi um mês, suficiente para que o futuro Destaque pudesse sacramentar que precisava estar dentro daquele universo dos bastidores de uma escola da samba.

No barracão da Imperatriz, conheceu a carnavalesca Rosa Magalhães que após um pedido do folião mineiro, aceitou que João Helder confeccionasse sua fantasia para aquele desfile. A roupa se chamava “Nobre Indígena” e foi desenhada pela própria Rosa. Surgia ali o inicio de uma grande trajetória até as imensas fantasias vestidas por Helder nos carnavais atuais. Em três anos, já era Destaque Central. Foram 17 anos na Imperatriz vestindo fantasias assinadas por Rosa Magalhães. Em 10 anos, João passaria a desfilar em varias escolas além da Imperatriz. Até 2003, passou por Unidos da Ponte e Estácio de Sá em 94, Acadêmicos do Salgueiro em 95, Caprichosos de Pilares em 96, Acadêmicos do Grande Rio em 97, Estação Primeira de Mangueira em 98, São Clemente em 99, Porto da Pedra em 2000, Portela 2001, Unidos de Tijuca em 2003. Além da Rosa, nestes anos desfilou com figurinos assinados por grandes carnavalescos, como Alexandre Louzada, Roberto Szaniecki e Milton Cunha.

Com a experiencia adquirida, era hora de figurar entre os Grandes Destaques, nos concursos de fantasias. Em 96 através do Orlando Fernandes, que era destaque na Imperatriz, Helder conheceu o lendário Clóvis Bornay que viria fazer o convite para o Destaque participar do concurso no hotel Gloria. Dai sugiram outros convites para concursos e desfiles em salões de diversas cidades como Poços de Caldas, Florianópolis, Jundiaí, entre outros.

João Helder e Clóvis Bornay no final dos anos 90

Com a Imperatriz fez varias apresentações internacionais. Entre elas, a Bienal internacional de Lyon na França e também a apresentação no Château de Versailles (Palácio de Versalhes), nos arredores de Paris, onde João Helder se apresentou em beneficio da fundação francesa Instituto Pasteur com a magnífica fantasia “Luiz XIV – O rei da França“, usada no desfile campeão da Imperatriz em 1999 – “Brasil, mostra a sua cara em… Theatrum Rerum Naturalium Brasiliae”. Na festa, ocorrida em 2002, a performance de João emocionou a Condessa Consorte de Paris, Isabelle de Orleans e Bragança. Neta da Princesa Isabel e Consorte de um descendente de Luiz XIV, a nobre franco brasileira não hesitou em pousar para fotos ao lado do fascinante João Helder personificado do Monarca conhecido como “Rei Sol”, o idealizador do Palácio de Versalhes. A foto foi publicada em diversos jornais parisienses.

Na época o cenógrafo e carnavalesco Mario Borrielo, levou vários artistas do carnaval brasileiro para apresentações na cidade de Nova York, entre eles João Helder que também participou do tradicional carnaval de Toronto, Canadá.

A Imperatriz Leopoldinense no final dos anos 90 tinha no seu elenco de Destaques nomes como Walkíria Miranda, grande dama do carnaval e Orlando Fernandes, que receberam João Helder como um dos seus. As apresentações e viagens junto a estas ilustres figuras trazem boas lembranças para o cirurgião que aprendeu muita coisa com eles.

Tinha uma apresentação no Paula Ramos Esporte Clube de Florianópolis. Era um grupo fechado e um precisava ajudar o outro a se vestir e montar a fantasia, pois na hora do desfile era um sufoco. Na ocasião a Walquiria estava com uma roupa lindíssima com cascata em quantidade exorbitante de plumas. Já estava sendo anunciado o nome dela e coisa e tal, ela desesperada chamando alguém para ajudar. Eu estava preso na minha roupa, mas ela estava tão desesperada, tão incomodada pedindo ajuda que eu me soltei e fui ate ela. Walkiria envolta em meio a cascatas de plumas, devia ter maias de 1000 plumas. Então ela me vira e fala: Aquela pluminha não esta olhando para a outra. Eu perguntei: Como? Não entendo? Que pluminha que não está olhando para a outra ? Ela falou: É que uma pluminha tem que estar uma olhando para a outra. Então mexi aleatoriamente, não sabia que pluma não estava olhando para a outra. Ela entrou e ganhou o concurso. Feliz da vida veio me agradecer porque foi eu quem ajudou a arrumar a fantasia dela na hora de entrar, e era uma pluminha que não olhava para a outra. Isso virou brincadeira entre nós durante muitos anos. A pluminha tem que olhar uma para a outra se não, não pode entrar. (risos.)

João Helder – Arquivo pessoal

O carnavalesco Milton Cunha assinou o enredo “Agudás, os que levaram a África no coração, e trouxeram para o coração da África, o Brasil” para o carnaval de 2003 na Unidos da Tijuca. Na ocasião, o carnavalesco convidou Joao Helder para desfilar na escola. Seria seu primeiro ano na escola do Morro do Borel. A estreia veio com novo desafio desenhar o próprio figurino.

Ele disse que queria que fizesse uma fantasia de africano com uma escultura de leão com a pata em cima de uma bola. Desenhei o figurino para me orientar na confecção da fantasia. Eu não sei desenhar, sei fazer fantasias e gosto de fazer as coisas com as mãos. Meu desenho é primário

Em 2004, seu segundo ano na Unidos da Tijuca onde ficaria até 2019, seria sua primeira contribuição para o aclamado e exigente carnavalesco Paulo Barros que autorizou João a se utilizar de reciclagem de outra fantasia para criar o figurino.  Em 2008, Paulo na época na Viradouro convidou Helder para desfilar na escola. Desta vez o carnavalesco não desenhou o figurino, apenas pediu um “Marajá” para o carro do Kama Sutra no enredo “Arrepio“. Faltando uma semana para o natal, Barros liga para João  dizendo que precisava do figurino para mandar para a Liesa. Mais uma vez, o Destaque teve que, dentro de suas limitações na arte de desenhar, criar um figurino de ultima hora para mandar para ele. A ideia da fantasia estava toda na cabeça e não no papel.

O Destaque João Helder possui como característica a fidelidade com alguns carnavalescos. Ainda nos anos noventa conheceu Alexandre Louzada e foi destaque do carnavalesco durante muitos anos. Em 1993 quando Louzada assinou “No mundo da lua” para o Acadêmicos do Grande Rio, João fez uma ala para a escola e as composições do carro Lua de Mel.

Toda escola que o Alexandre ia eu acompanhava. Desfilava na Imperatriz e com o Louzada onde ele estivesse. Alguns anos ocorria do desfile ser uma escola depois da outra. E como a fantasia que eu fazia não tinha condições de desfilar em uma e sair correndo para vestir a outra em seguida, nestes anos eu fiz a fantasia com a Alexandre e colocava alguém para desfilar no meu lugar“.

Sou eu quem faço as minhas fantasias. Recebo o figurino e começo a trabalhar em cima, a noite em casa nas horas vagas, no fins de semana, meu passa tempo é fazer a fantasia, faço para mim, para meu prazer então a dedicação é total.Gosto de fazer bem feito, se não tiver me agradando eu desmancho e começo tudo de novo“.

Não me faço preocupado de ter reconhecimento das pessoas, mas é logico que quando tem pessoas que gostam e valorizam, isso é um incentivo muito grande com certeza mas o carnaval mudou muito do que era antigamente e acho que isso deve continuar a mudar”.

Infelizmente os concursos acabaram, não só aqui no rio mas outras cidades que participava também. O Milton Cunha vem tentando alguns anos resgatar isso, mas eu diria que esta engatinhando. Isso até por conta da participação dos destaques de hoje, por que a maioria não participa. Não sei, mas cada um deve ter o seu motivo.Talvez a gente consiga resgatar isso“.

Muita da confiança que os carnavalescos tem em relação ao trabalho de Helder, vem do primor na confecção de suas fantasias. O “Chines” vermelho de 2004 em “Breazail” era todo trabalhado em CD de computador. Foram utilizados centenas de CDs recordados nas cores vermelho, amarelo, azul e verde, trabalhados com paetês e strass. Em 2005 para detalhar a fantasia “No palácio de porcelana” para o enredo “Uma delirante confusão Fabulística” também na  Imperatriz leopoldinense, João Helder teve que recriar a textura do material que dava nome a fantasia. Foram duas versões e o resultado foi uma fantasia inesquecível para quem assistiu aquele desfile e também quem aplaudiu a apresentação nos salões dos clubes.

Essa fantasia foi feita no tecido branco toda pintada a mão com motivos chineses e depois bordada com paetê transparente ao contrario para dar o efeito de porcelana. Fiz  partes maiores nas laterais para o desfile do salão, pois ela não estava desenhada pra o salão e sim para avenida”.

Outra parceria que dura até hoje é com Rosa Magalhães, independente da escola onde ela estiver. De 1992 até o ultimo carnaval, em poucas ocasiões João não esteve desfilando com a professora. São quase três décadas vestindo figurinos assinados por Rosa. Em 2011 com a Rosa na Vila Isabel seguida da Unidos da Tijuca, João Helder precisou de um Moto Boy para sair da dispersão de uma escola até a concentração da outra. Tudo para poder brincar em carnaval da amiga de longa data. Em 2016 a São Clemente desfilaria em seguida ao Salgueiro, Helder fez a fantasia da amarelo e preto e colocou um amigo para desfilar no seu lugar.

Hoje Rosa Magalhães é uma amiga pessoal que admiro muito. Frequenta minha casa e eu frequento a casa dela. Tenho bastante liberdade para ver detalhes de fantasias e tudo mais. É uma pessoa que tenho uma admiração muito grande, tando quanto a pessoa quanto a profissional. Desfilei com a Rosa na Imperatriz de 92 ate 2009, que foi o ultimo da Rosa da Imperatriz. Em 2010 ela saiu e eu fui junto com ela  para União da Ilha. Fiz a fantasia mas não pude desfilar, então pus um amigo para desfilar no meu lugar. Depois ela vai para Vila Isabel e fui com ela também. Foi para Mangueira e na ocasião a escola tinha muitos destaques. Ate me convidaram para participar, mas eu já estava com muitos compromissos, então na Mangueira não desfilei com a Rosa. Em 2016 ela foi para São Clemente e eu fui Abre Alas durante os anos que ela esteve la. Em 2019 ela foi para Portela mas não pude desfilar por que tinha fechado compromissos com outras escolas antes. No ultimo carnaval estive na Estácio com ela também“.

João desfilou Acadêmicos do Salgueiro em 1995 e retornou a escola em 2011, onde permanece até hoje. No ultimo carnaval foi Destaque do Abre Alas, local privilegiado e quando tem a oportunidade, o cirurgião fica feliz em estar. Na atualidade sua prioridade é estar nos desfiles da Academia Tijucana e sempre que possível com sua amiga Rosa Magalhães.

A fuga do convencional ficou marcada em 2016, quando a fantasia “Nabuco, o rei do morro da Babilônia“, do enredo “A ópera dos malandros” no Salgueiro, Helder passou pela avenida de forma impactante com uma fantasia inédita com arte plumária em bronze. Para o efeito metalizado nas penas usadas no esplendor, o Destaque precisou se utilizar de processo químico para peças de carro e coisas de decoração para casa. O processo foi repetido em 2020 para a fantasia usada no desfile da Estácio de Sá, desta vez o efeito era ouro.

Nunca gostei de ficar preso no convencional, sempre procurei pesquisar materiais diferentes e coisas que não são usadas normalmente. 

João Helder possui uma invejável marca na  principal alegoria de um Desfile de Escola de Samba. Em 28 carnavais, foram 16 vezes no Abre Alas em passagens históricas pela Sapucaí. Esteve nos Abre alas da Unidos da Tijuca 2006, 2010 a 2019, São Clemente 2015 a 2017, Salgueiro em 2019 e 2020.

É muito difícil escolher um inesquecível, mas um desfile que me emocionou e marcou muito foi o do abre-alas do Salgueiro em 2019 com a fantasia de “Oduduwa”, no enredo “Xangô” do querido Alex de Souza!!

No encerramento das Olimpíadas do Rio em 2016, a convite de Rosa Magalhães, que organizou a cerimonia, João Helder esteve no Estádio do Maracanã e mostrou sua arte em evento transmitido para mais de  200 países. O destaque veio em uma alegoria que seria vista por todos os lados, a solução foi colocar duas fantasias no carro, uma vestida por ele e outra por um primo convidado para estar ao seu lado. A carnavalesca havia pedido uma fantasia branca, em forma de agradecimento, Helder aproveitou para usar a ultima fantasia que desfilou na Imperatriz assinada por Rosa, “O Poder e Gloria da Bahia“.

Em 2019 em seu ultimo ano na Unidos da Tijuca usou a fantasia denominada “Pavão” que ao nascer do dia era um espetáculo a parte no Abre Alas da escola. Em 2020 na abertura do Acadêmicos do Salgueiro, encantou a avenida Marques de Sapucaí em mais uma sensacional confecção a partir de figurino assinando por Alex de Souza.

Até hoje foram 53 fantasias confeccionadas e desfiladas por João Helder, desde a primeira assinada por Rosa Magalhães em 1992. Nos últimos anos fez exposições de fantasias na sede da joalheria brasileira H. Stern, em Ipanema e vários hotéis de Copacabana e Barra da Tijuca, áreas nobres da cidade do Rio de Janeiro.

Philippe Widmer é o companheiro de muitos anos do cirurgião João Helder, são três décadas no total. Durante toda esta trajetória, Widmer teve participação ativa na confecção de quase todas fantasias, com opiniões e sempre com boas ideias. O médico classifica Philippe como o responsável pelo meu “Departamento de Críticas“. O fiel escudeiro desfilou ao lado do companheiro até 2003. Todas suas fantasias eram feitas por Helder.

Philippe Widmer E João Helder companheiros de 27 anos

“Philippe é meu amigo do peito, meu cúmplice, meu apoio e meu Porto Seguro. Meu companheiro de caminhada há 27 anos”.

JOAO HELDER E SEU FIEL COMPANHEIRO PHILIPPE WIDMER

Fico muito feliz com homenagens em nome do João. Acompanho sua paixão pelo carnaval, e principalmente pelo mundo das fantasias de Destaque, desde que o conheço. Lá se vai mais de um quarto de século e não há a menor dúvida que ele merece todos os elogios que está recebendo, até acho que merece mais ainda! Falo de coração, tendo participado muito perto de toda sua trajetória e conhecendo seu amor e sua dedicação pela criação de suas fantasias. Tenho uma admiração enorme” nos contou Philippe.

Devido sua enorme contribuição para enaltecer a cultura nacional, inclusive no exterior, o querido médico mineiro, hoje é sinônimo de Carnaval. Respeitado no meio e exemplo para a categoria, Joao Helder fez e faz história na maior festa a céu aberto do planeta.

João Helder com seu amigo admirador Milton Cunha

Sou uma pessoa muito tranquila, em todas as escolas que já desfilei, eu fui por que tinha um boa relação com o carnavalesco ou com o responsável dos destaques, nunca tive nenhum problemas. Tudo era conversado antes, as vezes eu sugeria um material ou outro, se eles concordavam eu mudava, caso contrario não. Gosto de desafios, gosto de figurino de luxo, mas já desfilei com rosto pintado, com o rosto coberto, isso não me incomoda de forma nenhuma. Gosto de participar da festa e fazer direito. Nunca tive conflitos com carnavalescos, tudo sempre foi feito na base da amizade“.

Como bom mineiro, sou de poucas palavras, observador e muito tranquilo. Sempre gostei de fazer coisas com as mãos e desde criança apaixonado pelo carnaval. Valorizo as boas amizades e adoro me reunir com os amigos!!! É sempre uma festa!!!

Por Waldir Tavares e Henrique Sathler

9 COMENTÁRIOS

  1. Quero fazer um agradecimento especial ao Henrique e ao Waldir pela homenagem. Fico muito feliz e honrado. Adorei!!!
    Quero agradecer a todos os amigos que enviaram mensagens, e um agradecimento muito especial ao Milton Cunha e ao Philippe por seus depoimentos que me emocionaram bastante!!!😘😘😘

  2. João meu querido, você merece todo esse carinho e reconhecimento!!!
    Parabéns 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼 🙏🏼🙏🏼🙏🏼

  3. Perfeccionista, esse amigo querido, que tanto nos alegra e faz vibrar! Estrela permanente nas nossas vidas e no nosso coração!!! Salve João!!! Matéria linda!!!

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